sábado, 31 de maio de 2008
Aula prática nº 30
Nesta aula procedeu-se à continuação da apresentação dos trabalhos individuais relativos à preservação e recuperação do meio ambiente, iniciados na última aula.
Desta vez os trabalhos apresentados foram a contaminação da atmosfera, chuvas ácidas, efeito de estufa e rarefacção da camada de ozono.
Dado a actualidade destes temas penso que todos nós sabemos um pouco acerca deles mas com a apresentação ainda ficamos mais elucidados acerca da situação em que cada um se encontra.
Uma vez que apresentei o trabalho relativo ao "Efeito de estufa" acho importante referir que com este trabalho fiquei a conhecer um pouco mais acerca deste tema.
Desta vez os trabalhos apresentados foram a contaminação da atmosfera, chuvas ácidas, efeito de estufa e rarefacção da camada de ozono.
Dado a actualidade destes temas penso que todos nós sabemos um pouco acerca deles mas com a apresentação ainda ficamos mais elucidados acerca da situação em que cada um se encontra.
Uma vez que apresentei o trabalho relativo ao "Efeito de estufa" acho importante referir que com este trabalho fiquei a conhecer um pouco mais acerca deste tema.
segunda-feira, 26 de maio de 2008
Aula prática nº 29
Nesta aula começamos com as apresentações dos trabalhos individuais sobre a recuperação e preservação do meio ambiente. Os trabalhos apresentados foram a acumulação de poluentes nas cadeias alimentares, contaminação dos solos, contaminação das águas e eutrofização das águas.
De seguida, dado que nesse dia havia várias exposições (de biologia, física e química), fomos convidados a vê-las. Assim se passou a última parte da aula, visualizando e participando nas exposições que estavam a decorrer no bloco B.


De seguida, dado que nesse dia havia várias exposições (de biologia, física e química), fomos convidados a vê-las. Assim se passou a última parte da aula, visualizando e participando nas exposições que estavam a decorrer no bloco B.


Aula prática nº 28
Na aula prática de Biologia do dia 6 de Maio, estivemos a concluir todos os trabalhos pendentes, nomeadamente relatórios em atraso e a actividade prática iniciada na aula anterior.
Falamos também acerca dos trabalhos sobre a recuperação e preservação do meio ambiente, que iriam ser iniciados na próxima aula prática.
Falamos também acerca dos trabalhos sobre a recuperação e preservação do meio ambiente, que iriam ser iniciados na próxima aula prática.
terça-feira, 29 de abril de 2008
Aula prática nº27
A vigésima sétima aula prática de Biologia foi mais curta que o habitual. A aula acabou às 10, enquanto que habitualmente termina as 10.45h, dado que nesse dia foi realizado o teste intermédio de Matemática do 12ºano.
Dado que ainda tínhamos alguns relatórios pendentes, parte do meu grupo se dedicou à finalização destes, enquanto que outra parte virou-se para a realização de uma nova actividade prática. Esta actividade consistia na observação e análise de características de uma planta fornecida pelo professor, de modo a identificar o seu nome científico, as suas características morfológicas, reprodutoras e potencialidade para clonagem.
Dado que ainda tínhamos alguns relatórios pendentes, parte do meu grupo se dedicou à finalização destes, enquanto que outra parte virou-se para a realização de uma nova actividade prática. Esta actividade consistia na observação e análise de características de uma planta fornecida pelo professor, de modo a identificar o seu nome científico, as suas características morfológicas, reprodutoras e potencialidade para clonagem.
terça-feira, 22 de abril de 2008
Aula prática nº 26
Sobre esta aula não há muito a dizer dado que apenas nos dedicamos à elaboração de relatórios. Continuamos os que não estavam finalizados e iniciamos o relatório acerca da actividade prática da aula anterior.
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Aula prática nº 25
Mais uma terça-feira, mais uma aula prática. Desta vez a actividade proposta denominada "Actividade enzimática-factores condicionantes" pretendia determinar a influência de alguns factores na actividade enzimática tendo como exemplo a catalase. Esta é uma enzima intracelular encontrada na maioria dos organismos, que decompõe o peróxido de hidrogénio.
Assim, foi-nos disponibilizado todo o material necessário à elaboração desta actividade. Começamos por numerar 6 tubos de ensaio, adicionando a cada um 2 mL de peróxido de hidrogénio. O tubo 1 servia de controlo. Esmagamos um bocado de fígado fresco, no almofariz, misturado com areia, para facilitar o procedimento. Adicionamos este pedaço de fígado fresco esmagado ao tubo 2. No tubo 3 adicionamos um pouco de fígado cozido e no tubo 4 fígado congelado. Posteriormente introduzimos e seguramos um fósforo com a ponta incandescente em cada um dos tubos e verificamos se ocorreu alguma variação de temperatura no fundo dos tubos. De seguida, colocamos os tubos nº3 e 4 durante 10 minutos, em banho-maria a 37ºC. Passado os 10 minutos repetimos o procedimento do fósforo nos tubos 3 e 4, observando a reacção da ponta incandescente, em cada um dos tubos. No tubo 5 deitamos 4 gotas de HCL e, depois, adicionamos um pouco de fígado fresco. Já no tubo 6, em vez de ácido, deitamos 4 gotas de uma base, o NaHO, e, depois, adicionamos, tal como no tubo 5, um pouco de fígado fresco. Verificamos o que é que ocorreu em cada tubo e registamos os resultados:

Após a análise dos resultados podemos concluir que a temperatura e o pH são alguns dos factores condicionantes da actividade enzimática.
Assim, foi-nos disponibilizado todo o material necessário à elaboração desta actividade. Começamos por numerar 6 tubos de ensaio, adicionando a cada um 2 mL de peróxido de hidrogénio. O tubo 1 servia de controlo. Esmagamos um bocado de fígado fresco, no almofariz, misturado com areia, para facilitar o procedimento. Adicionamos este pedaço de fígado fresco esmagado ao tubo 2. No tubo 3 adicionamos um pouco de fígado cozido e no tubo 4 fígado congelado. Posteriormente introduzimos e seguramos um fósforo com a ponta incandescente em cada um dos tubos e verificamos se ocorreu alguma variação de temperatura no fundo dos tubos. De seguida, colocamos os tubos nº3 e 4 durante 10 minutos, em banho-maria a 37ºC. Passado os 10 minutos repetimos o procedimento do fósforo nos tubos 3 e 4, observando a reacção da ponta incandescente, em cada um dos tubos. No tubo 5 deitamos 4 gotas de HCL e, depois, adicionamos um pouco de fígado fresco. Já no tubo 6, em vez de ácido, deitamos 4 gotas de uma base, o NaHO, e, depois, adicionamos, tal como no tubo 5, um pouco de fígado fresco. Verificamos o que é que ocorreu em cada tubo e registamos os resultados:

Após a análise dos resultados podemos concluir que a temperatura e o pH são alguns dos factores condicionantes da actividade enzimática.
quarta-feira, 16 de abril de 2008
Aula prática nº 24
A vigésima quarta aula prática de Biologia foi uma aula deveras interessante e divertida. Fomos, durante mais ou menos uma hora, uns verdadeiros padeiros!! lol
Nesta aula, em vez de picles, produzimos pão com recurso a microrganismos. Activamos o fermento de padeiro, juntando um pouco de água morna e duas colheres de farinha. Amassamos até formar uma pequena bola de massa. Depois, deitamos farinha num recipiente à parte e juntamos sal. Fizemos um buraco no centro da farinha, colocando aí o fermento. Amassamos bem a massa, juntando-lhe água, até esta ter uma consistência elástica e que não colasse às mãos. A seguir deixamos a massa em repouso durante cerca de uma hora, para levedar. Enquanto esta levedava, continuamos a elaboração do relatório da actividade anterior e iniciamos o relatório sobre esta actividade.
Posteriormente moldamos a massa à nossa maneira e colocamo-la no forno durante cerca de quarenta e cinco minuto para obtermos o famoso pão. Retorna-mos à elaboração dos relatórios e quando o pão estava pronto toca a comer!! E que bom que estava.. Fiquem com as imagens. =)



Nesta aula, em vez de picles, produzimos pão com recurso a microrganismos. Activamos o fermento de padeiro, juntando um pouco de água morna e duas colheres de farinha. Amassamos até formar uma pequena bola de massa. Depois, deitamos farinha num recipiente à parte e juntamos sal. Fizemos um buraco no centro da farinha, colocando aí o fermento. Amassamos bem a massa, juntando-lhe água, até esta ter uma consistência elástica e que não colasse às mãos. A seguir deixamos a massa em repouso durante cerca de uma hora, para levedar. Enquanto esta levedava, continuamos a elaboração do relatório da actividade anterior e iniciamos o relatório sobre esta actividade.
Posteriormente moldamos a massa à nossa maneira e colocamo-la no forno durante cerca de quarenta e cinco minuto para obtermos o famoso pão. Retorna-mos à elaboração dos relatórios e quando o pão estava pronto toca a comer!! E que bom que estava.. Fiquem com as imagens. =)



terça-feira, 1 de abril de 2008
Aula prática nº 23
Após as curtíssimas férias que tivemos infelizmente já retornamos às aulas..=( Mas pessoal toca a trabalhar pois este é o período decisivo!!
Relativamente à primeira aula prática do 3º período pode-se dizer que foi uma aula interessante. A actividade prática relativa a esta aula consistiu na produção de picles com recurso a microrganismos.
Inicialmente o João cortou uma garrafa de plástico que iria ser necessária posteriormente. Foram distribuídos vegetais (repolho, pimento, alho) a cada grupo de modo a que fossem cortados para depois serem depositados na tal garrafa já cortada. Após os vegetais estarem cortados, foram colocadas camadas alternativas dos mesmos, pulvilhando com sal e pressionando à medida que se colocava uma nova camada. No fim verificamos uma acumulação de sumo por cima dos vegetais.

Após calibrarmos os medidores do pH fomos medir o pH do tal sumo resultante da actividade, constatando que esse pH era ácido (5.16 no caso do meu grupo). Nas próximas semanas iremos voltar a medir o pH, terminando a actividade quando o pH atingir os 3,5.

Após a realização da actividade iniciamos o relatório acerca da mesma.
Nesta aula foram também distribuídos variados temas relacionados com a última unidade do manual escolar, que tem a ver com o meio ambiente, que irão ser o único trabalho de pesquisa do 3º período na disciplina de Biologia. Este trabalho será a única fonte de aprendizagem da última unidade dado que o professor não irá dar esta matéria, ou seja, a matéria será dada a partir dos nossos trabalhos.
Relativamente à primeira aula prática do 3º período pode-se dizer que foi uma aula interessante. A actividade prática relativa a esta aula consistiu na produção de picles com recurso a microrganismos.
Inicialmente o João cortou uma garrafa de plástico que iria ser necessária posteriormente. Foram distribuídos vegetais (repolho, pimento, alho) a cada grupo de modo a que fossem cortados para depois serem depositados na tal garrafa já cortada. Após os vegetais estarem cortados, foram colocadas camadas alternativas dos mesmos, pulvilhando com sal e pressionando à medida que se colocava uma nova camada. No fim verificamos uma acumulação de sumo por cima dos vegetais.

Após calibrarmos os medidores do pH fomos medir o pH do tal sumo resultante da actividade, constatando que esse pH era ácido (5.16 no caso do meu grupo). Nas próximas semanas iremos voltar a medir o pH, terminando a actividade quando o pH atingir os 3,5.

Após a realização da actividade iniciamos o relatório acerca da mesma.
Nesta aula foram também distribuídos variados temas relacionados com a última unidade do manual escolar, que tem a ver com o meio ambiente, que irão ser o único trabalho de pesquisa do 3º período na disciplina de Biologia. Este trabalho será a única fonte de aprendizagem da última unidade dado que o professor não irá dar esta matéria, ou seja, a matéria será dada a partir dos nossos trabalhos.
terça-feira, 11 de março de 2008
Distrofia Muscular de Duchenne :]
"Oi tudo bem???
Gostaria de sua ajuda, tenho um seminario segunda feira pra apresentar e precisaria de uma parte de um video seu, sera que vc poderia me mandar esse video???? Por favor preciso mto msmmo vc nem imagina!!! o video é esse ...
http://br.youtube.com/watch?v=kkWP22A6X7g
Se puder mande pra esse email laylinha_gsf@hotmail.com
Muito obrigada!!
Layla"
Recebi esta mensagem no youtube pois coloquei lá o vídeo que fiz sobre a DMD. É bom saber que existem pessoas que utilizam e mostram os nossos trabalhos pois, se o fazem, é porque estão interessantes (penso eu)! =D
Gostaria de sua ajuda, tenho um seminario segunda feira pra apresentar e precisaria de uma parte de um video seu, sera que vc poderia me mandar esse video???? Por favor preciso mto msmmo vc nem imagina!!! o video é esse ...
http://br.youtube.com/watch?v=kkWP22A6X7g
Se puder mande pra esse email laylinha_gsf@hotmail.com
Muito obrigada!!
Layla"
Recebi esta mensagem no youtube pois coloquei lá o vídeo que fiz sobre a DMD. É bom saber que existem pessoas que utilizam e mostram os nossos trabalhos pois, se o fazem, é porque estão interessantes (penso eu)! =D
Aula prática nº 22
Hoje,a última aula prática de Biologia foi dedicada a elaborar o relatório sobre a actividade prática que consistia na observação de diferentes células e estruturas do sistema imunitário.
Além disso, o professor Salsa perguntou-nos como estava o E-Portfólio de cada um (pior, igual ou melhor) e pediu para respondermos a essa questão, justificando, por escrito.
Além disso, o professor Salsa perguntou-nos como estava o E-Portfólio de cada um (pior, igual ou melhor) e pediu para respondermos a essa questão, justificando, por escrito.
terça-feira, 4 de março de 2008
Aula prática nº21
Hoje a aula prática foi à volta de microscópios e preparações definitivas de estruturas do sistema imunitário associadas à defesa do organismo humano, particularmente da medula óssea vermelha, timo, sangue humano (leucócitos), nódulo linfático e amígdala.
Assim, foi distribuído a cada grupo algumas dessas preparações de modo a as observar ao MOC e desenhar o visualizado. Posteriormente, através de um Atlas de Histologia e um website, identificamos e legendamos as estruturas, tecidos e células observadas.
Assim, foi distribuído a cada grupo algumas dessas preparações de modo a as observar ao MOC e desenhar o visualizado. Posteriormente, através de um Atlas de Histologia e um website, identificamos e legendamos as estruturas, tecidos e células observadas.
segunda-feira, 3 de março de 2008
Investigadores portugueses e espanhóis ajudam a desenvolver terapias menos agressivas para a Paramiloidose

Uma equipa de investigadores de Portugal, do Instituto de Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS), do Instituto de Biologia Molecular e Celular (IBMC), no Porto, e do Conselho Superior de Investigação Científica, em Madrid, está a avaliar a capacidade de algumas moléculas estabilizarem a transtirretina (TTR), uma proteína que está associada à doença neurodegenerativa Paramiloidose, também conhecida por Doença dos Pezinhos. O estudo, publicado na edição de Março da revista científica "Biochimica et Biophysica Acta - Proteins and Proteomics" conclui que podem estar mais perto os primeiros medicamentos para esta doença.
A paramiloidose é uma doença genética com grande incidência no norte do país e foi inicialmente descrita por Corino de Andrade em 1952. A proteína que está a ser avaliada, a TTR, é composta por quatro sub-unidades e circula no plasma transportando hormonas da tiróide e vitamina A.
De acordo com os investigadores, razões principalmente genéticas fazem com que esta proteína assuma uma conformação menos estável e desencadeie a produção de compostos intermédios que posteriormente formam as chamadas fibras de amilóide. Estas fibras estão presentes nos doentes que a médio prazo apresentam perda de sensibilidade a nível dos membros inferiores mas que numa fase terminal têm os seus rins e o coração afectados.
Até aqui, as terapias utilizadas nos pacientes com esta doença resumiam-se praticamente ao transplante de fígado, principal órgão produtor da proteína. Além de ser extremamente agressivo, este método implicava outras dificuldades como as listas de espera.
Segundo os investigadores, a descoberta de tratamentos alternativos é essencial. O objectivo do estudo agora publicado, que se insere numa abordagem menos invasiva, foi avaliar a capacidade de estabilização da TTR pelo uso de derivados iodados do ácido acetil salicílico (a vulgar aspirina). A equipa demonstrou e conseguiu perceber porque é que ao introduzir átomos de iodo naquele fármaco aumentava a estabilidade da proteína.
O composto iodado, explicou Luís Gales autor do artigo, introduz-se no centro da TTR e aí estabelece ligações entre as sub-unidades da proteína, ou seja, funciona como âncora, conferindo estabilidade e impedindo a sua alteração.
Segundo Ana Margarida Damas, investigadora do IBMC e ICBAS da Universidade do Porto e coordenadora deste trabalho, o artigo agora publicado abre caminho para o desenho de novos fármacos destinados a esta doença
Fonte: http://www.cienciahoje.pt
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
Aula prática nº 20
Iniciamos a vigésima aula prática com a conclusão dos relatórios da actividade prática que consistia na extracção do DNA de frutos.
Posteriormente foi-nos proposto a realização de um teste de paternidade recorrendo a uma análise de restrição virtual baseada em ferramentas disponíveis na Internet. Através de sequências de nucleótidos que representam segmentos de DNA de quatro pessoas (dois possíveis pais, o filho e a mãe) e de técnicas de análise de DNA, descobrimos quem era o pai.
Por fim, a Ana Luísa e o Dinis apresentaram voluntariamente os seus E-Portfólios, a fim de mostrar qual o ponto de situação.
Posteriormente foi-nos proposto a realização de um teste de paternidade recorrendo a uma análise de restrição virtual baseada em ferramentas disponíveis na Internet. Através de sequências de nucleótidos que representam segmentos de DNA de quatro pessoas (dois possíveis pais, o filho e a mãe) e de técnicas de análise de DNA, descobrimos quem era o pai.
Por fim, a Ana Luísa e o Dinis apresentaram voluntariamente os seus E-Portfólios, a fim de mostrar qual o ponto de situação.
sábado, 23 de fevereiro de 2008
Aula prática nº 19
Apesar de continuarmos com a actividade prática da aula anterior, esta aula nada teve a ver com a anterior.
O professor começou a aula por nos dizer qual tinha sido o projecto de investigação, relacionado com o estudo da transmissão de uma determinada característica do Xiphophorus, escolhido. Verificamos que não foi nenhum dos projectos do nosso turno.
Depois, foi dito a cada grupo quais os erros cometidos no projecto, que impossibilitaram a sua escolha por parte do professor, e foi dita a respectiva nota de cada projecto.
Na segunda parte da aula retomamos a elaboração do relatório sobre a extracção do DNA de frutos.
O professor começou a aula por nos dizer qual tinha sido o projecto de investigação, relacionado com o estudo da transmissão de uma determinada característica do Xiphophorus, escolhido. Verificamos que não foi nenhum dos projectos do nosso turno.
Depois, foi dito a cada grupo quais os erros cometidos no projecto, que impossibilitaram a sua escolha por parte do professor, e foi dita a respectiva nota de cada projecto.
Na segunda parte da aula retomamos a elaboração do relatório sobre a extracção do DNA de frutos.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Pílula dá 12 anos
Se as coisas correrem como se espera, no futuro as pessoas podem viver mais 12 anos se tomarem uma pastilha com a proteína UCP2.
Pelo menos é o que pensa o cientista britânico J. Speakman que está a testar em ratos uma pílula para prolongar a vida.
No caso da experiência funcionar nos ratos, será ainda preciso esperar cerca de 20 anos para que a pílula seja comercializada, pois há que fazer testes em humanos e vários ensaios clínicos.
Fonte: Revista Magnificat
Pelo menos é o que pensa o cientista britânico J. Speakman que está a testar em ratos uma pílula para prolongar a vida.
No caso da experiência funcionar nos ratos, será ainda preciso esperar cerca de 20 anos para que a pílula seja comercializada, pois há que fazer testes em humanos e vários ensaios clínicos.
Fonte: Revista Magnificat
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
Aula prática nº 18
Na aula prática de hoje, realizamos uma actividade bastante interessante e a que eu mais gostei até hoje.
A actividade proposta foi a extracção do DNA de frutos e respectiva observação ao MOC.
O professor distribuiu um kiwi, um morango e o restante material necessário à elaboração da experiência a cada grupo. Metade dos elementos de cada grupo ficava com o kiwi e a outra metade com o morango de modo a extrair o respectivo DNA.
Após a distribuição do material, realizamos os procedimentos indicados na ficha sobre esta actividade, dada pelo professor, e observamos o respectivo material genético. Posteriormente desenhamos o observado e iniciamos a elaboração do relatório sobre esta actividade.




PS: A última foto é da autoria do Dinis.
A actividade proposta foi a extracção do DNA de frutos e respectiva observação ao MOC.
O professor distribuiu um kiwi, um morango e o restante material necessário à elaboração da experiência a cada grupo. Metade dos elementos de cada grupo ficava com o kiwi e a outra metade com o morango de modo a extrair o respectivo DNA.
Após a distribuição do material, realizamos os procedimentos indicados na ficha sobre esta actividade, dada pelo professor, e observamos o respectivo material genético. Posteriormente desenhamos o observado e iniciamos a elaboração do relatório sobre esta actividade.




PS: A última foto é da autoria do Dinis.
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
Aula prática nº 17
Hoje a aula foi bastante teórica dado que, sem tempo para nada mais, foi feita a conclusão da apresentação de trabalhos de pesquisa sobre doenças genéticas.
Foi uma aula bastante enriquecedora, pois foi-nos dado a conhecer as várias doenças genéticas existentes, as suas origens, a sua incidência, os seus sintomas, a que níveis actuam essas doenças entre outras curiosidades.
Foi uma aula bastante enriquecedora, pois foi-nos dado a conhecer as várias doenças genéticas existentes, as suas origens, a sua incidência, os seus sintomas, a que níveis actuam essas doenças entre outras curiosidades.
sábado, 26 de janeiro de 2008
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Investigadores querem sequenciar genoma de mil pessoas

Um consórcio internacional de investigadores anunciou terça feira um projecto que visa sequenciar o genoma de um milhar de pessoas para criar um catálogo, o mais completo e detalhado das variações genéticas humanas que surgem ligadas a numerosas doenças.
Apoiado em equipas de investigadores pluridisciplinares, o projecto, denominado "The 1000 Genome Project", elaborará uma nova carta do genoma humano que oferecerá "uma imagem das variações do ADN bio-medicamente importantes a um nível de detalhe sem precedentes", declarou Richard Durbin do instituto americano Wellcome Trust Sanger.
Tal como os projectos de pesquisa anteriores sobre o genoma humano, todos os dados que daí resultarem serão gratuitamente acessíveis a todos os investigadores do mundo.
"Um projecto deste tipo era impensável há dois anos, mas graças aos avanços surpreendentes da tecnologia da sequenciação e da bio-informática , o genoma das populações estará acessível a todos", sublinharam os promotores.
A catalogação das variações das sequências do genoma e dos genes poderá facilitar a busca de factores genéticos responsáveis por determinadas doenças humanas.
Fonte: http://observatoriodoalgarve.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=19530
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
Aula prática nº 16
Nesta aula todos os grupos concluiram a planificação do projecto de investigação que ainda não tinha sido findado.
De seguida, de acordo com o tempo restante, foram apresentados alguns trabalhos de pesquisa sobre doenças genéticas.
De seguida, de acordo com o tempo restante, foram apresentados alguns trabalhos de pesquisa sobre doenças genéticas.
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